Vou dizer que já não sei o que espero.
Se peço aquilo que conheço, por este jogo que nos apetece, tudo que nos aparece é de tal forma insuspeitada e inusitada.
E a comparação daquilo que eu sou, e aquilo que você é, me desafiam à ambição.
E assim somos a imagem do improvável.
Mas a privação da minha palavra, e a privação do que você é, é a trégua dos nossos pensamentos mais óbvios...
Se peço aquilo que conheço, por este jogo que nos apetece, tudo que nos aparece é de tal forma insuspeitada e inusitada.
E a comparação daquilo que eu sou, e aquilo que você é, me desafiam à ambição.
E assim somos a imagem do improvável.
Mas a privação da minha palavra, e a privação do que você é, é a trégua dos nossos pensamentos mais óbvios...
Você pensa em seguir em frente ?
A algum tempo eu venho pensando no que disse
E sinto como se esperasse por você
e me desse conta disso cada vez que o visse
Eu vivo com esses sonhos estupidos
Onde você para de tentar fazer dar certo com ele
Talvez seja o seu pior defeito
Ponha na sua cabeça
As coisas são feitas como são
Me dê de uma vez o seu coração.
A algum tempo eu venho pensando no que disse
E sinto como se esperasse por você
e me desse conta disso cada vez que o visse
Eu vivo com esses sonhos estupidos
Onde você para de tentar fazer dar certo com ele
Talvez seja o seu pior defeito
Ponha na sua cabeça
As coisas são feitas como são
Me dê de uma vez o seu coração.
Deixo a tudo
Pra que noite ou dia não fizessem diferença.
Tenho estes dedos
E a qualquer hora tudo só depende dos meus...
Culhões Infláveis e soprados ao vento.
Não me faça passar pelo asfalto de agulhas
Se levar
Leve gota a gota
Por que o pouco não me faz falta.
Pra que noite ou dia não fizessem diferença.
Tenho estes dedos
E a qualquer hora tudo só depende dos meus...
Culhões Infláveis e soprados ao vento.
Não me faça passar pelo asfalto de agulhas
Se levar
Leve gota a gota
Por que o pouco não me faz falta.
Encravo-lhe a soberba
Quero-te sob a culpa
Me culpas sobre a escolha
Tenho-te sob o tapete
Entrego-te ao assoalho
Conclui-se no ultimo trago
Sopra-te arrependimento
Espalho-te no ar
Desço as escadas
Avisto o asfalto
Nenhum calor enquanto noite
Tenho-te enquanto nada me resta
Nada preciso, nada possuo
Tenho-te sob o assoalho
Nunca me deixas nestes sussurros.

Quisera eu voltar
Pra antes de uma gota cair
Mas eu confesso, no fundo, quisera eu fosse pra ti.
Ja nao reconheço-te mais
Sem saber o que seria pior
Lembrar de tudo, como foi, enquanto foi
Ou tudo, como era, e o que se tornou.
Dó é tudo em que consigo pensar.
Portanto, nao me perguntes, se de mim ou de ti.
Ela vem e esfaqueia meu crânio; Soa como uma grande dívida.
As vezes parece mortal, mas eu sei que vai passar
Ao menos espero que tudo o que dizem nos becos e tavernas seja real.
De toda essas tristezas que esborram quando abres a boca
Cada uma mata cada parte das coisas bonitas que nos ocorreram
Das quais provavelmente, só foram devaneios meus.
Nao sei se posso culpa-la
Pois no fundo eu sei o quanto eu estava à frente das suas mentiras
E vê-las ou não, sempre é uma tafera árdua
Mas sabes, o fraco sempre escolhe permanecer no seu inconsequente gozo
Mesmo ciente de que nao és eterno.


