Encravo-lhe a soberba
Quero-te sob a culpa
Me culpas sobre a escolha
Tenho-te sob o tapete

Entrego-te ao assoalho
Conclui-se no ultimo trago
Sopra-te arrependimento
Espalho-te no ar

Desço as escadas
Avisto o asfalto
Nenhum calor enquanto noite

Tenho-te enquanto nada me resta
Nada preciso, nada possuo

Tenho-te sob o assoalho
Nunca me deixas nestes sussurros.

Categories:

Leave a Reply