És o degrau em falso
És a cera a me queimar o dedo
És a pista deste crime
És o sangue que escorre a revelar
És tudo que temo
És tudo que sinto
És tudo que morreria para não descobrir
És tudo que vejo quando olho ao espelho
És a mim próprio, em carne, osso e culpa.
adorei a cera derretida... tenho um projeto de video... com algo parecido com o que sugeres no verso tal...