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És o degrau em falso
És a cera a me queimar o dedo
És a pista deste crime
És o sangue que escorre a revelar

És tudo que temo
És tudo que sinto
És tudo que morreria para não descobrir

És tudo que vejo quando olho ao espelho
És a mim próprio, em carne, osso e culpa.


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One Response so far.

  1. adorei a cera derretida... tenho um projeto de video... com algo parecido com o que sugeres no verso tal...

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